quarta-feira, 12 de agosto de 2009
O passeio...
Porto de galinhas...
Fomos dormir na espectativa de um novo dia ensolarado....
sábado, 8 de agosto de 2009
Continuando:
Café simples mas muito saboroso, comemos alguns pães com ovos mexidos, bolos, pamonha doce, suco de caju e café, então fomos dar uma pequena volta pela cidade, para conhecer um pouco, nos familiarizarmos com a região e definirmos nosso novo destino e como chegar até ele. Ao passarmos pela recepção Cynthia pergunta à senhora que alí está: "A senhora não teria ou saberia onde poderíamos conseguir um "mapinha" da região?" Ao que a senhora respondeu: " Ah, lgo ali tem uma quitanda e pode ser que vocês encontrem ali!!" nesse momento me retiro porta afora para não gargalhar na frente da senhora, ao que a Cy replica: "não, eu quis dizer um "mapa!" não uma "pinha!" continuei do lado de fora rindo enquanto asenhora gentilmente dizia que talvez na banca de revistas nós encontrássemos, o que me pareceu mais óbvio...
O que essa mania curitibana de diminuir as coisa faz...! Comentei com Cy e demos mais algumas rizadas.
Fizemos então um pequeno tur pela cidade, muitos prédios velhos e mal concervados, o povo no mesmo nível, rrsrs, mas muito hospitaleiro, rios mal cheirosos e, quando estavamos retornando, vimos mais um
Chegando ao hotel, ver a foto, decidimos seguir caminho rumo a Porto de Galinhas, então nos informamos sobre que ônibus pegar e pé na estrada.
Ao encontrarmoso ponto de ônibus fomos recebidos por uma comitiva de vendedores de água que nos agradavam com cadeiras para sentarmos em troca de uma água ou qualquer outro produto deles adquiridos, como estavamos com sede acabamos comprando uma água mesmo. Na fila puxamos papo com um rapaz que revelou ser um sushiman que trabalhava em um hotel de porto de galinhas. Logo dessemos que procuravamso por estadia lá, mas ele nos disse que no hotel que ele trabalha seria meio difícil, pois a diária custava entre R$1300,00 a R$ 2700,00 reais, quase morri de susto, mas ele, muito gentilmente, nos indicou inúmeras pousadas a preços super acessíveis. Ao embarcarmos, devido ao grande fluxo de pessoas, o cobrador não tinha o troco para nos dar e pediu por R$2,20 reais, ao que disse os dois eu tenho, mas os 20 centavos...
Nisso um outro rapaz sacou 20 centavos do bolso e me deu dizendo: "Toma, pra facilitar seu troco." Não sabia se aceitava ou não, mas acabei por aceitar na condição qe logo o pagaria, então a nos sentarmos, peguei uma moeda de 50 centavos que encontrei e devolvi a ele, que se recusou a pegar, então eu disse: " Não, fiquei devendo..." ele pegou o dinheiro e disse: " tá bom, mas eu vou te dar o troco e vc vai ter que aceitar tbém..." e assim quitamos nossas dividas, rsrsrs
Cara muito bacana, viemos conversando com ele, o sushiman e mais uma senhora que estava ao nosso lado, recebendo dicas e sugestões de todos os lados, enquanto o ônibus parava nos lugares mais remotos e peculiares, para embarques e desembarques ou simplismente pra que as pessoas pudessem comprar pela janela do ônibus água, sorvete ou qquer outra coisa que ambulantes estivessem vendendo, muito engraçado.
Após duas horas de viagem para fazer um percurso de 60Km, em um ônibus de linha, finalmente chegamos a Porto de Galinhas, mas valeu a pena, logo encontramos as pousadas indicadas, com a ajuda de um guia, que existem aos montes nas ruas por aqui, e nos hospedamos na Pousada CasaMar, muito aconxegante, limpa, e a apenas 70 metros da praia. Após trocar de roupas e ageitar as coisas saimos caminhar na praia, linda, maravilhosa e com um povo muito hospitaleiro, prestativo e bacana! Para hoje a noite, jantaremos um bufet com peixe e camarão e, logo após pegaremos um Forró em uma das baladinhas da região. para amanhã caminharemos até as piscinas naturais e talvez façamos um mergulho submarino com cilindro de oxigênio.
aguardem novos contatos...
A aventura...
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
O início
Abraços a todos e amanhã teremos um novo episódio desta saga...
quarta-feira, 16 de julho de 2008
Introdução ao Yoga
No devanágari, alfabeto utilizado no sânscrito, o termo é originalmente escrito desta forma: योग. Provém da raiz sânscrita yuj, que significa "união", "junção", e nomeia a canga que se usa para unir a junta de bois ao arar a terra. Na filosofia, indica a união do ser humano com sua essência, o purusha.
A Grafia
Mais particularmente no Brasil, mas também em Portugal e outros países, há uma certa polêmica em relação à ortografia do termo, devido às inúmeras convenções utilizadas para a transliteração de idiomas escritos em caracteres diferentes do latino, como no caso do grego, do hebraico, além do próprio dêvanagarí. As grafias atualmente propostas aparecem em quase todas as variações possíveis: yôga, yoga, yóga, ioga (forma aportuguesada adotada no dicionário),e ióga.
No ocidente, alguns autores diferenciam conceitualmente a palavra dependendo de sua grafia. Ironicamente, apesar da palavra significar união, as diferenças também partem das diversas formas de se pronunciar a palavra ou redigir o termo transliterado.
A grafia adotada na Wikipédia é Ioga, a forma aportuguesada também utilizada nos dicionários. A exceção é para as citações e nomes próprios de livros ou linhagens, para os quais foram mantidas as grafias originais adotadas na literatura de cada modalidade. Por extensão, é adotada também a forma Iogue, para designar o praticante de Ioga.
A pronúncia
Na pronúncia do termo sânscrito, ouve-se a primeira e segunda letras (considerando a palavra transliterada para o alfabeto latino) soando rapidamente, o Ô fechado e uma leve prolongação desta letra. O 'ga' é soado rapidamente com o 'g' quase mudo. Podemos ouvir a pronúncia ideal da palavra no subcontinente indiano, principalmente na Índia, já que muitos termos derivados do sânscrito estão sendo preservados pelo hindi, idioma indo-ariano comumente utilizado neste país.
Noutros países em que a filosofia vem sendo praticada com grande entusiasmo observa-se variações interessantes. Na Argentina, a variação é encontrada na pronúncia CHôga, garantindo o som chiado do "y" falado nesta região. No Brasil, a divergência fonética é sobre a letra 'O', possivelmente iniciada pelos hábitos de pronuncia dos 'os' abertos ou fechados da população de cada região do país.